quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Se a carapuça servir, sirva-se.

Descartando os descartáveis do meu campo de visão, a sensação de liberdade se multiplica como num processo celular. Crio um espaçamento no qual posso me locomover sem dificuldade alguma. Ir e vir já não se torna tão massante assim e não há nada que poderia me prender na mesma estaca por muito tempo.

Seja para o bem ou para o mal, uso da habilidade dos homens do século XXI com destreza. Me livro fácil de coisas que considero sujas demais para levar comigo. Minha alma é branca, limpa de sentimentos pequenos, livre da mesquinhez do restante das pessoas.

Não importa com quanta estupidez vou esbarrar na vida, eu sigo alheio ao tentar preservar o pouco de dignidade que cabe a mim.

Gente que fala a mesma língua que a gente, mas mente
Gente que é repleta, mas vazia por inteiro
Gente que é como a gente, mas falta caráter.

Um comentário:

Diegσ Junior disse...

E gente, que como a gente, se entend!