terça-feira, 5 de julho de 2011

Tô cansada de felicidade.

Eu não tenho o poder supremo de mudar a ordem dos fatos. Essa é uma realidade cabível aos mortais, assim como eu. Não posso mudar os demais, tão pouco criar um caminho menos tortuoso em rumo á felicidade, pois as pessoas trilham os próprios destinos e não há meio de interferir na roda viva.

De quem seria a felicidade, afinal? minha ou sua? possuída ou possessiva?

Felicidade se torna mais distante quando atrelada ao seu nome.
Felicidade pois, confundida com mágoa, escreve no meu corpo umas marcas que ninguém quer ver.
Felicidade que repete a mesma história, como a fita velha de filme francês no vídeo cassete que já não uso mais.

É uma agonia sem fim esperar por tamanha abstração em cada dia de sol. Estou cansada de felicidade. E se ela cansar de mim, que me tenha em seus braços e me engula para sermos um só.

Um comentário:

Waltin Sousa disse...

affff, maria mamãe d DEUS!
+q, k direi eu?!

perdoe-me, se com a dor futura esqueço a presente ilusão!
+ aq, neste peito, bate 1 S2 calejado, deformado pela dor!

ergo os meus olhos, e nada vejo, alem dum lindo dia nublado.
contemplando fico d olhos fechados,
as belezas q há na vida.

onde me vem há memória risos mortos, finado, dum passado remoto, defunto velado, execrado cepultado no cemiterio da vida.

ainda sim, pulsa em meu pulso 1 vestigio d vida.
apesar de toda deformidade...! das cicatrizes, calos, bate fortemente, 1 S2 neste peito...

correm nestas veias sangue
vermelho, 100 sonhos.
porem ferventes!

e os meus olhos facinados contemplam, oq as mãos jamais poderão tocar!

descalso, porem firme.
meus pés vacilam no teatro vida!

como a lingua dum vampiro sedento por sangue fresco!
permanesse minha lingua, grudada no céu da boca seca!

ainda sim ao avistar 1 vestigio d alegria...
escorrem lágrimas de crocrodilos, destes olhos meus, ao saborear os doces, amargos, degustados pela vida!

perdoe-me por + este devaneio louco, deste louco!
bjos