terça-feira, 5 de julho de 2011

É fome de mundo, fome de gente!


Não sei ao certo o que me leva a crer nas impossibilidades. É risco de vida, assim como permanecer nos arredores da Faixa de Gaza. É divertido, assim como andar numa roda gigante.

A dose de adrenalina precisa ser cada vez mais alta para entorpecer minha mente. Os efeitos que procuro já não são tão eficientes no meu organismo quanto antes.

Eu quero uma outra droga de vida para mim. Vou montar e desmontar, revirar de trás para frente até descobrir o que realmente me preenche.

É fome de mundo, fome de gente!
E quero saber quem compreende!

3 comentários:

luciana disse...

Eu compeendo...conceteza! :P

waltin sousa disse...

renova-me em ti, a ansia d vida em mim, q há em ti!
q meus olhos contemplem em ti, toda vitalidade q não existe em mim.

ainda q inerte na vida...
luto por algo desconhecido.
já nem sei + oq quero,espero!

pois q direi!
se me alegro na tristeza!
e me entristeço na alegria.

se minhas vitórias estão nas derrotas.
e minhas derrotas, nas vitórias!

se me reputam louco!
pois o sentido q sinto, não há sentido!

se derrotado luto!
vitorioso, inerte cruzo os braços!
maldito sou, por não ver beleza na materia.

há vida cruél, mundo tirano!
quizera eu, me alegrar na materia, poupar, tocar, pegar, segurar, agarrar-te ia, como os normais!

homem seria d carne, fraco, fragil,
saciar-me-ia no poupavel, pois enxergaria o verdadeiro sentido da vida, na matéria! no fisico.

+ me torno louco, ao não ver sentido no polpavel... + procuro sentido das coisas polpaveis!
se morto estou, em pleno vigor.

miseravel homem q sou!
quem me livrará desta morte?

Ana Karolinne disse...

Compreendo, tão compreendo que também sinto-me faminta.

Virei sua fã.
Abraço
Karolinne