domingo, 30 de janeiro de 2011

Água que corre, que transborda.

Não gosto de projetar a sequência dos meus atos com consequência. Me cansa pensar, medir milimetricamente o futuro do daqui a pouco. Imagina o futuro do outro! Não nasci para ser adivinha. Não nasci para esperar pelo jogo. Não tenho planos de entrar na mente de ninguém e descobrir mundos e fundos que envolvem meu nome, apesar de querer ser uma mosquinha por muitas vezes na vida, no mínimo! A curiosidade destila minha raiva quase sempre. Ou seria a raiva que me faz curiosa? E quem se importa? E que diferença faz? E em que muda o sentido dos demais? Afinal, para os outros, esses mistérios são casuais, concorda. Quem está de fora não se incomoda com o que se passa (e transborda) aqui dentro. Ninguém costuma medir a água que corre daqui.

2 comentários:

Anônimo disse...

é, e por você não projetar a sequência dos seus atos com consequência(que geralmente são ruins), tem que pagar o preço amargo - que é o arrependimento-. assim como eu...rs

<3

Laenia

Anônimo disse...

pode me odiar por ter comentado seu post. eu deixo. hahaha :***