sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

E eu mandarei cinzas de rosas...

Peço desculpas pela falta de competência quando me ponho em palavras faladas, susurradas em pausas sem uma ordem certa de frase com sentido real. Peço desculpas sinceras se não sei me expor em regras claras, sequenciais, óbvias para quem quer trabalhar com idéias mais explícitas.

Ridículo é ter que viver atrás de manuscritos antigos para se auto-afirmar. Viver do retrocesso; apesar do paradoxo. Então não sei em que tempo, em que ano participo; não sei se é realidade ou criação da minha mente; não compreendo o espaço real e assim, atraso o ponteiro dos relógios naturais.

Se confundo a ordem dos acontecimentos é por não ter o que dizer. Se me engano com trava-línguas é por insegurança de quem fecha os olhos para espelhos. Se eu não me encaixo em nenhum dos requisitos... deixa estar.

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